A disputa pela presidência da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) começa a esquentar nos bastidores. Na corrida pela sucessão de Bruno Peixoto, Cairo Salim entra na briga com artilharia pesada e disposição para ampliar sua base de apoio.

Filiado ao MDB, partido do governador Daniel Vilela, Salim tem um trunfo político que pode pesar nas articulações. Mas não é apenas a força da sigla que conta. Seu perfil equilibrado e conciliador pode facilitar o diálogo com parlamentares de diferentes correntes ideológicas, inclusive a ala progressista da Assembleia.

A estratégia passa pela construção de alianças e pela capacidade de reunir deputados em torno de um projeto comum para o comando do Legislativo goiano. Em uma disputa que exige maioria e habilidade nas negociações, o diálogo pode ser tão importante quanto o peso partidário.

Salim, porém, não está sozinho. Outros nomes também se movimentam para ocupar a cadeira atualmente comandada por Bruno Peixoto, entre eles Issy Quinan, Virmondes Cruvinel, Lissauer Vieira e Paulo Cezar Martins.

Com a sucessão prevista para o início de 2027, as articulações devem ganhar intensidade nos próximos meses. Cairo Salim entra no tabuleiro com credenciais políticas e busca transformar sua capacidade de diálogo em apoio efetivo.